ANÁLISE DO DIÂMETRO DO HIPOCÓTILO EM PLANTAS DE SOJA

João Pedro Garcia Nogueira, Núbia Soares de Campos, Rayssa Veloso de Castro Camargos, Gustavo Lourenço Bomtempo, Silvana da Costa Ferreira, Paulo Roberto Cecon, Eder Matsuo

Resumo


Objetivou-se identificar diferença entre grupos cultivares, estudar o efeito da profundidade de semeadura sobre o diâmetro do hipocótilo e o comportamento do diâmetro do hipocótilo ao longo do desenvolvimento das plantas de soja. Para isto analisou-se cultivares de soja em estádio inicial de desenvolvimento, em condições de casa de vegetação, quanto ao diâmetro do hipocótilo em dois sentidos: COT – sentido dos cotilédones e OPCOT – sentido oposto aos cotilédones. Os dados foram analisados por meio da análise de variância, teste de médias (Tukey ou Scott-Knott), regressão e correlação fenotípica e genotípica. E, estimados o coeficiente de variação e coeficiente de determinação genotípica. Verificou-se que as cultivares de soja se diferenciam quanto ao diâmetro do hipocótilo e identificou-se grande influência genética em detrimentos aos efeitos ambientais. Semeadura de 1 à 3 cm de profundidade não influenciou o diâmetro do hipocótilo, avaliados nos estádios V2 e V3, ao analisar plantas das cultivares TMG 4185, BRSMG 68 [Vencedora], BRS 7980 e BRS 8381. As cultivares 98Y30, TMG1174RR e TMG 4185 apresentaram comportamento semelhantes quanto ao diâmetro do hipocótilo no período de 0 à 48 dias após o estádio de desenvolvimento V1.

Palavras-chave


Glycine max. Melhoramento. Distinguibilidade.

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DOI: https://doi.org/10.3738/1982.2278.3551