CARDIO-RESPIRATORY INTEGRATION IN DIVING BULLFROG Lithobates catesbeianus (Shaw, 1802)

Marcelo Santos Fernandes

Resumo


A freqüência cardíaca e a pressão arterial foram medidas durante o mergulho voluntário na rã Lithobates catesbeianus, exposto a 15 ° C ou, alternativamente, a 25 ° C. O mergulho causou a bradicardia e redução da pressão arterial. A frequencia cardíaca foi 27.1  2.2 para períodos respiratórios e 19.3  2.7 para os periodo de mergulho à 15°C, and 47.7  4.4 e 35.3  3.6 à 25°C. A pressão arterial sistólica foi 39,6  0,9 para os periodos respiratórios e 36,2  0,4 para periods de mergulho à 15°C, e 42,4  1,0 e 39,8  0,5 à 25°C. A pressão diastólica foi 32,3  0,6 para periodos respiratórios e 29,5  0,5 para periodos de mergulho à 15°C, e 35,3  0,9 e 33,2  0,6 à 25°C. O animal foi utilizado para ventilação artificial durante o mergulho com normóxia, hipóxia (5% de O2) e misturas de gases hipercárbica (6% de CO2). Nenhum desses procedimentos produziu qualquer alteração da pressão arterial ou freqüência cardíaca. Os efeitos cardio-vasculares, no entanto, têm sido relatado em alguns outros estudos sobre os anfíbios. Como um novo aspecto, foi aplicado a ventilação artificial durante um mergulho voluntário no sapo. O ato de toca a superficie resultou em taquicardia e aumento da pressão arterial. Estes reflexos cardiovasculares dependem de um estímulo que ainda precisa ser identificado.

Palavras-chave


bullfrog, diving, bradycardia, arterial blood pressure, artificial ventilation, gas mixtures.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.3738/nucleus.v8i2.500