INOCULAÇÃO DE Azospirillum brasilense NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE MILHO DOCE

Epitácio José de Souza, Fernando Fagner Magalhães, Charline Zaratin Alves, Ana Carina da Silva Cândido, Thiago Ramos da Silva, Fernando França da Cunha

Resumo


Objetivou-se avaliar a qualidade fisiológica de sementes de milho doce submetidas à inoculação de Azospirillum brasilense em diferentes períodos e diluições em água. O experimento foi conduzido no delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições em esquema fatorial (4 x 4), mais uma testemunha que não recebeu inoculação de A. brasilense. Foram avaliados quatro períodos entre a inoculação e a instalação dos testes (0, 24, 48 e 72 horas) e quatro diluições do inoculante em água (1:0, 1:1, 1:2 e 1:3). Foram utilizadas sementes de milho doce avaliada híbrido comercial Tropical Plus e as estirpes de A. brasilense Ab-V5 e Ab-V6, na dose do produto comercial de 4 mL kg-1 de semente. Os parâmetros avaliados foram germinação, primeira contagem de germinação, porcentagem de sementes anormais, emergência, índice de velocidade de emergência, comprimento de epicótilo e de raiz, massa de matéria seca da parte aérea e raiz. A diluição de A. brasilense em água não afetou nenhum parâmetro avaliado na semente de milho doce, e o aumento no tempo entre a inoculação e a instalação dos testes proporcionou redução na primeira contagem de germinação, índice de velocidade de emergência e massa de matéria seca de raiz. Conclui-se que, em condições de laboratório, a inoculação de A. brasilense não beneficia a germinação e vigor das sementes de milho doce.

Palavras-chave


Germinação; Diazotrófica; Fixação biológica de nitrogênio; Vigor

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DOI: https://doi.org/10.3738/1982.2278.939