MECANISMO ANTILUTEOLÍTICO: FISIOLOGIA E ESTRATÉGIAS

Pedro Paulo Maia Teixeira

Resumo


A morte embrionária na produção de ruminantes ainda é um grande empecilho, principalmente em programas de IATF e receptoras de embrião. Na fase inicial da gestação, denominada de período crítico, em onde ocorre mais de 70% dês perdas, Neste período ocorrem uma série de reações para que exista a adaptação fisiológica de prenha para não prenha, o reconhecimento materno da prenhez, em que o concepto deve sinalizar sua presença pela liberação de inteferon táu, a fim de inibir a descarga programada de prostaglandina 2 alfa. A progesterona produzida pelo corpo lúteo é um dos fatores que vai estabelece a ocitocina se liga a seu receptores estimulada pela ação dos receptores de estrógeno estimulando a produção de PGF2α que causa luteólise. O IFN-τ produzido pelo concepto liga-se nas células endoteliais do endométrio impedindo a produção de PGF2α e a luteólise. Para melhorar os índices de morte embrionária ser fazem necessária a criação de estratégias anti-luteolíticas, que se reduzam os níveis de estrógeno para minimizar o estimulo nos OTCR, controlando a liberação de PGF2α, retardando ou bloqueando a luteólise ou aumentandar a concentração de progesterona circulante neste mesmo período. Aumentar a concentração de P4, uso de hCG, ECG e GnRH, são estratégias para estimular o mecanismo de anti-luteólise, além de estratégias envolvendo utilização de dietas específicas entre outras.

Palavras-chave


Antiluteolíticas, mecanismos e estratégias.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.3738/na.v1i2.312